A LUZ
“O bem e o mal que fazemos decorrem das qualidades que possuímos. Não fazer o bem quando podemos é, portanto, o resultado de uma imperfeição. Se toda imperfeição é fonte de sofrimento, o Espírito deve sofrer não somente pelo mal que fez como pelo bem que deixou de fazer na vida terrestre”. (Céu e Inferno – Allan Kardec)
sábado, 2 de janeiro de 2016
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
"Uma prova do céu"
"Quando amanhã
começar sem mim e eu não estiver lá para ver, se o sol nascer e encontrar seus olhos cheios de lágrimas por mim, eu gostaria que você não chorasse, da maneira
que chorou hoje, enquanto pensava nas coisas que deixamos de dizer. Sei quanto você
me ama e quanto amo você e cada vez que
você pensa em mim, sei que sente a minha falta.
Mas quando o amanhã começar sem mim , por favor tente entender. Que um anjo veio e chamou meu nome, tomou-me pela mão e disse que meu lugar estava pronto nas moradas celestiais e que eu tinha de deixar para trás todos que eu tanto amava. Mas quando me virei para ir embora uma lágrima escorreu-me pela face . Por toda a vida eu pensei que não ia morrer. Que não queria morrer. Eu tinha tanto para viver, tanta coisa para fazer e pareceu quase impossível que eu estivesse indo sem você. Pensei nos dias passados, nos dias bons e nos dias ruins, em todo amor que vivemos, em toda alegria que tivemos.
Se eu pudesse reviver o ontem
ainda que fosse por um instante, eu diria adeus e lhe daria um beijo e talvez
visse você sorrir. Só então descobri que isso não aconteceria, pois o vazio e
as lembranças ocupariam meu lugar. Quando pensei nas coisas deste mundo vi que
posso não voltar amanhã, então pensei em você e meu coração se encheu de dor.
Mas quando cruzei os portões do Céu , eu me senti em casa, quando Deus
olhou para mim e sorriu de seu grande trono dourado Ele disse; " isto é a
eternidade e tudo que lhe prometi. Agora sua vida na Terra, é passado. Mas aqui
começa uma vida nova. Eu prometo que não haverá amanhã, mas que o hoje durará
para sempre. E como todos os dias serão iguais, não haverá saudades do passado.
Você foi tão fiel tão confiável e verdadeiro, embora tivesse feito coisas que
sabia que não deveria. Mas você foi perdoado e agora está livre, então que tal
me dar a mão e compartilhar da minha vida?".
Logo, quando o amanhecer começar sem mim, não pense que estaremos
separados, pois todas as vezes que você pensar em mim, eu estarei dentro do coração."
Enviado pela amiga Cristina Brazil
Foto Ilustrativa
terça-feira, 28 de julho de 2015
A desgraça real
Toda a gente fala da desgraça, toda a
gente já a sentiu e julga conhecer-lhe o caráter múltiplo.
gente já a sentiu e julga conhecer-lhe o caráter múltiplo.
Venho eu dizer-vos que quase toda a gente se engana e que a desgraça real não é, absolutamente, o que os homens, isto é, os desgraçados, o supõem. Eles a veem na miséria, no fogão sem lume, no credor que ameaça, no berço de que o anjo sorridente desapareceu, nas lágrimas, no féretro que se acompanha de cabeça descoberta e com o coração despedaçado, na angústia da traição, na desnudação do orgulho que desejara envolver-se em púrpura e mal oculta a sua nudez sob os andrajos da vaidade.
A tudo isso e a muitas coisas mais se dá o
nome de desgraça, na linguagem humana. Sim, é desgraça para os que só veem o
presente; a verdadeira desgraça, porém, está nas consequências de um fato, mais
do que no próprio fato. Dizei-me se um acontecimento, considerado ditoso na
ocasião, mas que acarreta consequências funestas, não é, realmente, mais
desgraçado do que outro que a princípio causa viva contrariedade e acaba produzindo
o bem.
Dizei-me se a tempestade que vos
arranca as arvores, mas que saneia o ar,
dissipando os miasmas insalubres que
causariam a morte, não é antes uma felicidade do que uma infelicidade. Para
julgarmos de qualquer coisa, precisamos ver-lhe as consequências. Assim, para bem
apreciarmos o que, em realidade, é ditoso ou inditoso para o homem, precisamos transportar-nos
para além desta vida, porque é lá que as consequências se fazem sentir. Ora, tudo
o que se chama infelicidade, segundo as acanhadas vistas humanas, cessa com a
vida corporal e encontra a sua compensação na vida futura.
Vou revelar-vos a infelicidade sob uma
nova forma, sob a forma bela e florida que acolheis e desejais com todas as veras
de vossas almas iludidas. A infelicidade é a alegria, é o prazer, é o tumulto,
é a vã agitação, é a satisfação louca da vaidade, que fazem calar a consciência,
que comprimem a ação do pensamento, que atordoam o homem com relação ao seu
futuro. A infelicidade é o ópio do esquecimento que ardentemente procurais
conseguir.
Esperai, vós que chorais! Tremei, vós
que rides, pois que o vosso corpo está satisfeito! A Deus não se engana; não se foge ao
destino; e as provações, credoras mais impiedosas do que a matilha que a
miséria desencadeia, vos espreitam o repouso ilusório para vos imergir de súbito
na agonia da verdadeira infelicidade, daquela que surpreende a alma amolentada
pela indiferença e pelo egoísmo.
Que, pois, o Espiritismo vos esclareça
e recoloque, para vós, sob verdadeiros prismas, a verdade e o erro, tão singularmente
deformados pela vossa cegueira! Agireis então como bravos soldados que, longe
de fugirem ao perigo, preferem as lutas dos combates arriscados à paz que lhes
não pode dar glória, nem promoção! Que importa ao soldado perder na refrega armas,
bagagens e uniforme, desde que saia vencedor e com glória? Que importa ao que
tem fé no futuro deixar no campo de batalha da vida a riqueza e o manto de
carne, contanto que sua alma entre gloriosa no reino celeste? - Delfina de
Girardin. (Paris, 1861.)
Texto Pinçado do Livro "Evangelho
segundo o Espiritismo" (Allan Kardec)
Foto Ilustrativa
quarta-feira, 18 de março de 2015
A Figueira Seca (Evangelho do lar)
A figueira que secou é o símbolo dos
que apenas aparentam propensão para o bem,mas que, em realidade, nada de bom
produzem; dos oradores que mais brilho têm do que solidez, cujas palavras trazem
superficial verniz, de sorte que agradam aos ouvidos, sem que, entretanto,
revelem, quando perscrutadas, algo de substancial para os corações.
E de perguntar-se que proveito tiraram delas
os que as escutaram. Simboliza também todos aqueles que, tendo meios de ser
úteis, não o são; todas as utopias, todos os sistemas ocos, todas as doutrinas
carentes de base sólida. O que as mais das vezes falta é a verdadeira fé, a fé
produtiva, a fé que abala as fibras do coração, a fé, numa palavra. que
transporta montanhas. São árvores cobertas de folhas porém, baldas de frutos.
Por isso é que Jesus as condena à
esterilidade, porquanto dia virá em que se acharão secas até à raiz. Quer dizer
que todos os sistemas, todas as doutrinas que nenhum bem para a Humanidade
houverem produzido, cairão reduzidas a nada; que todos os homens deliberadamente
inúteis, por não terem posto em ação os recursos que traziam consigo, serão tratados
como a figueira que secou.
Os médiuns são os intérpretes dos
Espíritos; suprem, nestes últimos, a falta de órgãos materiais pelos quais
transmitam suas instruções. Daí vem o serem dotados de faculdades para esse
efeito. Nos tempos atuais, de renovação social, cabe-lhes uma missão especialíssima;
são árvores destinadas a fornecer alimento espiritual a seus irmãos; multiplicam-se
em número, para que abunde o alimento; há-os por toda a parte, em todos os países
em todas as classes da sociedade, entre os ricos e os pobres, entre os grandes
e os pequenos, a fim de que em nenhum ponto faltem e a fim de ficar demonstrado
aos homens que todos são chamados.
Se porém, eles desviam do objetivo
providencial a preciosa faculdade que lhes foi concedida, se a empregam em
coisas fúteis ou prejudiciais, se a põem a serviço dos interesses mundanos, se
em vez de frutos sazonados dão maus frutos se recusam a utilizá-la em beneficio
dos outros, se nenhum proveito tiram dela para si mesmos, melhorando-se, são quais
a figueira estéril. Deus lhes retirará um dom que se tornou inútil neles: a
semente que não sabem fazer que frutifique, e consentirá que se tornem presas
dos Espíritos maus.
Texto pinçado do livro "Evangelho
segundo o Espiritismo" (Allan Kardec)
Foto Ilustrativa
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Um cristão só é reconhecido pelas suas obras...
"Nem todos os que me dizem:
Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus, mas somente aqueles que fazem a
vontade de meu Pai que está nos céus." Escutai essa palavra do Mestre,
todos vós que repelis a Doutrina Espírita como obra do demônio. Abri os ouvidos, que é chegado o momento
de ouvir.
Será bastante trazer a libré do
Senhor, para ser-se fiel servidor seu? Bastará dizer: "Sou cristão", para que
alguém seja um seguidor do Cristo? Procurai os verdadeiros cristãos e os
reconhecereis pelas suas obras. "Uma árvore boa não pode dar maus frutos,
nem uma árvore má pode dar frutos bons." - "Toda árvore que não dá
bons frutos é cortada e lançada ao fogo." São do Mestre essas palavras.
Discípulos do Cristo, compreendei-as bem!
Que frutos deve dar a árvore do Cristianismo,
árvore possante, cujos ramos frondosos cobrem com sua sombra uma parte do
mundo, mas que ainda não abrigam todos os que se hão de grupar em torno dela?
Os da árvore da vida são frutos de vida, de esperança e de fé. O Cristianismo, qual
o fizeram há muitos séculos, continua a pregar essas virtudes divinas;
esforça-se por espalhar seus frutos, mas quão poucos os colhem! A árvore é boa
sempre, porém maus são os jardineiros. Entenderam de moldá-la pelas suas
idéias; de talhá-la de acordo com as suas necessidades; cortaram-na,
diminuíram-na, mutilaram-na; tomados estéreis, seus ramos não dão maus frutos,
porque nenhuns mais produzem.
O viajor sedento, que se detém
sob seus galhos à procura do fruto da esperança, capaz de lhe restabelecer a
força e a coragem, somente vê uma ramaria árida, prenunciando tempestade. Em
vão pede ele o fruto de vida à árvore da vida; caem-lhe secas as folhas; tanto
as remexeu a mão do homem, que as crestou. Abri, pois, os ouvidos e os
corações, meus bem-amados! Cultivai essa árvore da vida, cujos frutos dão a
vida eterna. Aquele que a plantou vos concita a tratá-la com amor, que ainda a
vereis dar com abundância seus frutos divinos. Conservai-a tal como o Cristo
vo-la entregou: não a mutileis; ela quer estender a sua sombra imensa sobre o
Universo: não lhe corteis os galhos. Seus frutos benfazejos caem abundantes
para alimentar o viajor faminto que deseja chegar ao termo da jornada; não
amontoeis esses frutos, para os armazenar e deixar apodrecer, a fim de que a
ninguém sirvam.
"Muitos são os chamados e
poucos os escolhidos." É que há açambarcadores do pão da vida, como os há
do pão material. Não sejais do número deles; a árvore que dá bons frutos tem
que os dar para todos. Ide, pois, procurar os que estão famintos; levai-os para
debaixo da fronde da árvore e partilhai com eles do abrigo que ela oferece. -
"Não se colhem uvas nos espinheiros." Meus irmãos, afastai-vos dos
que vos chamam para vos apresentar as sarças do caminho, segui os que vos
conduzem à sombra da árvore da vida.
O divino Salvador, o justo por
excelência, disse, e suas palavras não passarão: "Nem todos os que dizem: Senhor!
Senhor! entrarão no reino dos céus; entrarão somente os que fazem a vontade de
meu Pai que está nos céus."
Que o Senhor de bênçãos vos
abençoe; que o Deus de luz vos ilumine; que a árvore da vida vos ofereça abundantemente seus frutos! Crede e
orai. - Simeão. (Bordéus, 1863.)
Texto pinçado do livro "Evangelho segundo o
Espiritismo" (Allan Kardec)
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Depressão Jesus mestres dos mestres!
Depressão Jesus mestres dos mestres,
amor que nos envolve e aquece,
a vida em nosso planeta está a cada dia mais difícil,
há tanta violência, tanta fome, tanta injustiça e dor...
e o coração se enche de amargura e a alma fica triste e deprimida.
Nesse momento, então, venho à Tua presença pedir
que me ajudes a melhorar meus estados de espírito...
a fim de que eu possa crescer no comando do meu próprio ser.
que me ajudes a melhorar meus estados de espírito...
a fim de que eu possa crescer no comando do meu próprio ser.
Faz-me lembrar que tudo passa,
que a nuvem escura irá embora, que o amigo voltará
a dobrar a esquina, vindo ao meu encontro...
E que a esperança renascerá no meu coração
e a fé ocupará os espaços vazios.
Toca meu coração com tua mão de luz para
que a sombra que a envolve seja transformada
em claridade, e a tristeza em alegria de viver;
para que meus olhos vejam como a vida esplende
ao sol e a natureza festeja a alegria de viver;
que as minhas emoções fiquem livres e leves e
minha alma vibre na tranquila e jubilosa paz
da consciência voltada para Deus.
Faz-me lembrar ainda que o teu Evangelho foi
o maior dos sorrisos na história do pensamento humano,
e ajuda-me, assim, a sorrir também...
Por tudo isso e por tudo o mais te agradeço, Senhor da Vida!
Poema enviado por Cristina Brazil
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Os superiores e os inferiores (Evangelho do lar)
Do livro: O Evangelho de Chico Xavier
"Devemos orar pelos políticos,
pelos administradores da vida pública. A tentação do poder é muito grande. Eu
não gostaria de estar no lugar de nenhum deles. A omissão de quem pode e não
auxilia o povo é comparável a um crime que se pratica contra a comunidade
inteira. Tenho visto muitos espíritos dos que foram homens públicos na Terra em
lastimável situação na Vida Espiritual . . ."
A autoridade, tanto quanto a
riqueza, é uma delegação de que terá de prestar contas aquele que se ache dela
investido. Não julgueis que lhe seja ela conferida para lhe proporcionar o vão prazer de
mandar; nem, conforme o supõe a maioria dos potentados da Terra, como um
direito, uma propriedade. Deus, aliás, lhes prova constantemente que não é nem
uma nem outra coisa, pois que deles a retira quando lhe apraz. Se fosse um
privilégio inerente às suas personalidades, seria inalienável. A ninguém cabe
dizer que uma coisa lhe pertence, quando lhe pode ser tirada sem seu
consentimento. Deus confere a autoridade a título de missão, ou de prova,
quando o entende, e a retira quando julga conveniente.
Quem quer que seja depositário de
autoridade, seja qual for a sua extensão, desde a do senhor sobre o seu servo, até a
do soberano sobre o seu povo, não deve olvidar que tem almas a seu cargo; que responderá
pela boa ou má diretriz que dê aos seus subordinados e que sobre ele recairão
as faltas que estes cometam, os vícios a que sejam arrastados em consequência
dessa diretriz ou dos maus exemplos, do mesmo modo que colherá os frutos da
solicitude que empregar para os conduzir ao bem. Todo homem tem na Terra uma
missão, grande ou pequena; qualquer que ela seja, sempre lhe é dada para o bem;
falseá-la em seu princípio é, pois, falir ao seu desempenho.
Assim como pergunta ao rico:
"Que fizeste da riqueza que nas tuas mãos devera ser um manancial a espalhar a
fecundidade ao teu derredor", também Deus inquirirá daquele que disponha
de alguma autoridade: "Que uso fizeste dessa autoridade? Que males
evitaste? Que progresso facultaste? Se te dei subordinados, não foi para que os
fizesses escravos da tua vontade, nem instrumentos dóceis aos teus caprichos ou
à tua cupidez; fiz-te forte e confiei-te os que eram fracos, para que os
amparasses e ajudasses a subir ao meu seio."
O superior, que se ache
compenetrado das palavras do Cristo, a nenhum despreza dos que lhe estejam submetidos,
porque sabe que as distinções sociais não prevalecem às vistas de Deus.
Ensina-lhe o Espiritismo que, se eles hoje lhe obedecem, talvez já lhe tenham
dado ordens, ou poderão dar-lhas mais tarde, e que ele então será tratado
conforme os haja tratado, quando sobre eles exercia autoridade. Mas, se o
superior tem deveres a cumprir, o inferior, de seu lado, também os tem e não
menos sagrados. Se for espírita, sua consciência ainda mais imperiosamente lhe
dirá que não pode considerar-se dispensado de cumpri-los, nem mesmo quando o
seu chefe deixe de dar cumprimento aos que lhe correm, porquanto sabe muito bem
não ser lícito retribuir o mal com o mal e que as faltas de uns não justificam
as de outrem.
Se a sua posição lhe acarreta sofrimentos,
reconhecerá que sem dúvida os mereceu, porque, provavelmente, abusou outrora da
autoridade que tinha, cabendo-lhe, portanto, experimentar a seu turno o que
fizera sofressem os outros. Se vê forçado a suportar essa posição, por não
encontrar outra melhor, o Espiritismo lhe ensina a resignar-se, como
constituindo isso uma prova para a sua humildade, necessária ao seu
adiantamento.
Sua crença lhe orienta a conduta e o induz a
proceder como quereria que seus subordinados procedessem para com ele, caso
fosse o chefe. Por isso mesmo, mais escrupuloso se mostra no cumprimento de
suas obrigações, pois compreende que toda negligência no trabalho que lhe está
determinado redunda em prejuízo para aquele que o remunera e a quem deve ele o
seu tempo e os seus esforços. Numa palavra: solicita-o o sentimento do dever,
oriundo da sua fé, e a certeza de que todo afastamento do caminho reto implica
uma dívida que, cedo ou tarde, terá de pagar. - François-Nicolas-Madeleine, Cardeal Morlot. (Paris, 1863.)
Texto pinçado do livro "Evangelho segundo o
Espiritismo" (Allan Kardec)
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014
O homem de bem !
O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a
lei de justiça, de amor e de caridade,na sua maior pureza. Se ele
interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se
não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma
ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a
outrem tudo o que desejara lhe fizessem. Deposita fé em Deus, na Sua
bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece
e se Lhe submete à vontade em todas as coisas. Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens
espirituais acima dos bens temporais.
Sabe que todas as vicissitudes da
vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem
murmurar. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem
pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do
fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.
Encontra satisfação nos
benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas
que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é
para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos
outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os
proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa.
O homem de bem é bom, humano e
benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em
todos os homens vê irmãos seus. Respeita nos outros todas as
convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam. Em todas as
circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que
prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu
desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um
sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta
ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor.
Não alimenta ódio, nem rancor,
nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos
benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado.
É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência
e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele
que se achar sem pecado."
Nunca se compraz em rebuscar os
defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa
atenuar o mal. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em
combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que
alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera. Não procura dar valor ao
seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés,
todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros. Não se
envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o
que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.
Usa, mas não abusa dos bens que
lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e
que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação
de suas paixões.
Se a ordem social colocou sob o
seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus
iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não
para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa
a posição subalterna em que se encontram. O subordinado, de sua parte,
compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los
conscienciosamente. (Cap. XVII, nº 9.)
Finalmente, o homem de bem
respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer
que sejam respeitados os seus. Não ficam assim enumeradas todas
as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por
possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais
conduz.
Texto pinçado do livro "Evangelho
segundo o Espiritismo" (Allan Kardec)
Foto ilustrativa
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Fora da Igreja não há salvação, se estriba numa fé especial, em dogmas particulares!
Enquanto
a máxima - Fora da caridade não há salvação - assenta num princípio
universal e abre a todos os
filhos de Deus acesso à suprema felicidade, o dogma - Fora da Igreja, não há
salvação - se estriba, não na fé fundamental em Deus e na imortalidade da
alma, fé comum a todas as religiões, porém numa fé especial, em dogmas
particulares; é exclusivo e absoluto.
Longe de unir os filhos de Deus, separa-os; em
vez de incitá-los ao amor de seus irmãos, alimenta e sanciona a irritação entre
sectários dos diferentes cultos que reciprocamente se consideram malditos na
eternidade, embora sejam parentes e amigos esses sectários. Desprezando a grande
lei de igualdade perante o túmulo, ele os afasta uns dos outros, até no campo
do repouso.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
A ingratidão dos filhos e os laços de família (Parte II)
Ó espíritas! compreendei agora o
grande papel da Humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma
que nele encarna vem do espaço para progredir; inteirai-vos dos vossos deveres e
ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma; tal a missão que vos
está confiada e cuja recompensa recebereis, se fielmente a cumprirdes. Os vossos
cuidados e a educação que lhe dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu
bem estar futuro. Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe perguntará Deus:
Que fizestes do filho confiado à vossa guarda? Se por culpa Vossa ele se
conservou atrasado, tereis como castigo vê-lo entre os Espíritos sofredores,
quando de vós dependia que fosse ditoso.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
A ingratidão dos filhos e os laços de família. (Parte I)
A ingratidão é um dos frutos mais
diretos do egoísmo. Revolta sempre os corações honestos. Mas, a dos filhos para
com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. E, em particular, desse ponto de vista
que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como
em todos os outros, o Espiritismo projeta luz sobre um dos grandes problemas do
coração humano.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Honrai a vosso pai e a vossa mãe!
O
mandamento: "Honrai a vosso pai e a vossa mãe" é um corolário da lei
geral de caridade e de amor ao próximo, visto que não pode amar o seu próximo
aquele que não ama a seu pai e a sua mãe; mas, o termo honrai encerra um dever a mais para com eles: o da piedade
filial. Quis Deus mostrar por essa forma que ao amor se devem juntar o
respeito, as atenções, a submissão e a condescendência, o que envolve a
obrigação de cumprir-se para com eles, de modo ainda mais rigoroso, tudo o que
a caridade ordena relativamente ao próximo em gera!.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Chamo-me Caridade.
S igo o caminho principal que conduz a Deus.
Acompanhai-me, pois, conheço a meta a que deveis todos visar. Dei esta manhã o
meu giro habitual e, com o coração amargurado, venho dizer-vos: Oh! meus
amigos, que de misérias, que de lágrimas, quanto tendes de fazer para secá-las todas!
Em vão, procurei consolar algumas pobres mães, dizendo-lhes ao ouvido: Coragem!
Há corações bons que velam por vós; não sereis abandonadas; paciência! Deus lá
está; sois dele amadas, sois suas eleitas.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
A Caixa de Pandora!
Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento,
lágrimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperançados e infelizes.
Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga
“Por que passo por essas provações?”, é a hora em que devemos lembrar-nos de
uma palavra luminosa: a esperança.
terça-feira, 6 de maio de 2014
A caridade material e a caridade moral
"Amemo-nos uns aos outros e
façamos aos outros o que quereríamos nos fizessem eles." Toda a religião, toda
a moral se acham encerradas nestes dois preceitos. Se fossem observados nesse
mundo, todos seríeis felizes: não mais aí ódios, nem ressentimentos. Direi ainda:
não mais pobreza, porquanto, do supérfluo da mesa de cada rico, muitos pobres
se alimentariam e não mais veríeis, nos quarteirões sombrios onde habitei durante
a minha última encarnação, pobres mulheres arrastando consigo miseráveis
crianças a quem tudo faltava.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Nós os chamamos, dizem os Obsessores, você sabia?

Vejamos os exemplos que nos esclarecem.
Há alguns anos atrás dirigíamos uma reunião prática
na cidade de Araçatuba, quando um médium ficou envolvido por um espírito muito
agitado. E, entre outras coisas, dizia com muita convicção, que ele ia a muitos
lares, incontáveis, pois “eles me chamam”. Querendo saber como, ele disse, pelos palavrões,
pelos gritos, pelas brigas. Alimento-me destas vibrações, é como se uma força
irresistível me puxasse para lá.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Legião – Um olhar sobre o reino das Sombras
Interpelada por Jesus para que se
identificasse, a entidade responsável por um grave processo obsessivo
respondeu: “Meu nome é Legião, pois somos muitos” (Marcos 5:9). Desde então, o
Evangelho relata inúmeros acontecimentos nos quais os representantes das trevas
são confrontados com a política divina, expressa por Jesus em seus ensinos.
Sombra e luz,
escuridão e claridade. Essa realidade dupla forma o interior do ser humano, que
tenta negar-se a cada dia, enganando-se. A maioria das pessoas quer ser apenas
luz. Recusam-se a identificar a sombra que faz parte delas. Religiosos de um
modo geral falam de um lado sombrio, diabólico, umbralino, como se esse lado escuro
fosse algo externo, ruim, execrável. Até quando negar a realidade íntima? Até
quando adiar o conhecimento do mundo interno?
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Advento do Espírito de Verdade
Venho, como outrora aos transviados filhos de Israel, trazer-vos a verdade e dissipar as trevas. Escutai-me. O Espiritismo, como o fez antigamente a minha palavra, tem de lembrar aos incrédulos que acima deles reina a imutável verdade: o Deus bom, o Deus grande, que faz germinem as plantas e se levantem as ondas. Revelei a doutrina divinal.
Como um ceifeiro, reuni em feixes o bem esparso no seio da Humanidade e disse: “Vinde a mim, todos vós que sofreis." Mas, ingratos, os homens afastaram-se do caminho reto e largo que conduz ao reino de meu Pai e enveredaram pelas ásperas sendas da impiedade. Meu Pai não quer aniquilar a raça humana; quer que, ajudando-vos uns aos outros, mortos e vivos, isto é, mortos segundo a carne, porquanto não existe a morte, vos socorrais mutuamente, e que se faça ouvir não mais a voz dos profetas e dos
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Motivos de resignação
Por estas palavras: Bem-aventurados
os aflitos, pois que serão consolados, Jesus aponta a compensação que hão de
ter os que sofrem e a resignação que leva o padecente a bendizer do sofrimento,
como prelúdio da cura.
Também podem essas palavras ser
traduzidas assim: Deveis considerar-vos felizes por sofrerdes, visto que as dores
deste mundo são o pagamento da dívida que as vossas passadas faltas vos fizeram
contrair; suportadas pacientemente na Terra, essas dores vos poupam séculos de
sofrimentos na vida futura. Deveis, pois, sentir-vos felizes por reduzir Deus a
vossa dívida, permitindo que a saldeis agora, o que vos garantirá a tranquilidade
no porvir.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Esquecimento do passado.
Em
vão se objeta que o esquecimento constitui obstáculo a que se possa aproveitar da
experiência de vidas anteriores. havendo Deus entendido de lançar um véu sobre
o passado,
é que há nisso vantagem. Com efeito, a lembrança traria gravíssimos
inconvenientes.
Poderia,
em certos casos, humilhar-nos singularmente, ou, então, exaltar-nos o orgulho
e, assim, entravar o nosso livre-arbítrio. Em todas as circunstâncias, acarretaria
inevitável perturbação nas relações sociais. Frequentemente, o Espírito renasce
no mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações comas mesmas
pessoas, a fim de reparar o mal que lhes haja feito. Se reconhecesse nelas as a
quem odiara, quiçá o ódio se lhe despertaria outra vez no íntimo. De todo modo,
ele se sentiria humilhado em presença daquelas a quem houvesse ofendido.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Oração da iluminação!
Senhor se no mundo que me cerca eu não puder enxugar uma lágrima;
Não conseguir dizer uma palavra de conforto;
Fazer alguém sorrir de verdade;
Oh Deus, se eu não souber ser justo humilde atencioso e promotor da esperança na terra;
Se não puder lutar contra as injustiças;
Agir com dignidade;
Deixar de me irritar com as pequenas coisas;
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
A Nova Era
Deus é único e Moisés é o
Espírito que Ele enviou em missão para torná-lo conhecido não só dos hebreus,
como também dos povos pagãos. O povo hebreu foi o instrumento de que se serviu Deus
para se revelar por Moisés e pelos profetas, e as vicissitudes por que passou esse
povo destinavam-se a chamar a atenção geral e a fazer cair o véu que ocultava
aos homens a divindade.
Os mandamentos de Deus, dados por
intermédio de Moisés, contêm o gérmen da mais ampla moral cristã. Os
comentários da Bíblia, porém, restringiam-lhe o sentido, porque, praticada em toda a sua pureza,
não na teriam então compreendido. Mas, nem por isso os dez mandamentos de Deus
deixavam de ser um como frontispício brilhante, qual farol destinado a clarear
a estrada que a Humanidade tinha de percorrer.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Prezados Amigos e Leitores:
Nesse
final de ano quando encerraremos nossas atividades, pretendendo retornar em
Março de 2013, queremos deixar aqui nossas considerações especiais a todos àqueles
que nos contemplaram com seus acessos aos nossos blogs.
Apesar de
gostar dos comes e bebes das festas natalinas, não sou muito chegado à
caracterização do natal tal qual é feita, inclusive aqui no Brasil, mesmo
porque, o Santa Claus, jingle Bells, a neve, as renas e etc... nada tem a ver com
nossas tradições tropicais.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Provas da riqueza e da miséria. (Evangelho do Lar)
Se a riqueza houvesse de
constituir obstáculo absoluto à salvação dos que a possuem, conforme se poderia
inferir de certas palavras de Jesus, interpretadas segundo a letra e não
segundo o espírito, Deus, que a concede, teria posto nas mãos de alguns um instrumento de perdição, sem
apelação nenhuma, ideia que repugna à razão. Sem dúvida, pelos arrastamentos a
que dá causa, pelas tentações que gera e pela fascinação que exerce, a riqueza
constitui uma prova muito arriscada, mais perigosa do que a miséria.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
A indulgencia (Evangelho do Lar)
Espíritas, queremos falar-vos
hoje da indulgência, sentimento doce e fraternal que todo homem deve alimentar para
com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem uso. A indulgência não vê os defeitos
de outrem, ou, se os vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de
que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se a malevolência os
descobre, tem sempre pronta uma escusa para eles, escusa plausível, séria, não
das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida
intenção.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Maneira de orar (Evangelho do Lar)
O dever primordial de toda
criatura humana, o primeiro ato que deve assinalar a sua volta à vida ativa de cada
dia, é a prece. Quase todos vós orais, mas quão poucos são os que sabem orar!
Que importam ao Senhor as frases que maquinalmente articulais umas às outras,
fazendo disso um hábito, um dever que cumpris e que vos pesa como qualquer
dever?
A prece do cristão, do espírita,
seja qual for o seu culto, deve ele dizê-la logo que o Espírito haja retomado o jugo da
carne; deve elevar-se aos pés da Majestade Divina com humildade, com profundeza, num
ímpeto de reconhecimento por todos os benefícios recebidos até àquele dia; pela
noite transcorrida e durante a qual lhe foi permitido, ainda que sem
consciência disso, ir ter com os seus amigos, com os seus guias, para haurir,
no contacto com eles, mais força e perseverança.
sábado, 20 de outubro de 2012
O homem de bem. (Evangelho do Lar)
O verdadeiro homem de bem é o que
cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele
interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se
violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou
voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa
dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Dom de curar. (Evangelho do Lar)
“Dai
gratuitamente o que gratuitamente haveis recebido”, diz Jesus a seus discípulos. Com essa recomendação, prescreve
que ninguém se faça pagar daquilo por que nada pagou. Ora, o que eles haviam
recebido gratuitamente era a faculdade de curar os doentes e de expulsar os
demônios, isto é, os maus Espíritos. Esse dom Deus lhes dera gratuitamente,
para alívio dos que sofrem e como meio de propagação da fé; Jesus, pois,
recomendava-lhes que não fizessem dele objeto de comércio, nem de especulação,
nem meio de vida.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
A piedade (Evangelho do Lar)
vos conduz a Deus. Ah! deixai que o vosso coração se enterneça ante o espetáculo das misérias e dos sofrimentos dos vossos semelhantes. Vossas lágrimas são um bálsamo que lhes derramais nas feridas e, quando, por bondosa simpatia, chegais a lhes proporcionar a esperança e a resignação, que encanto não experimentais!
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Os que são misericordiosos. (Evangelho do Lar)
Certamente que não é essa a conclusão a tirar-se, porquanto cada um de vós deve
trabalhar pelo progresso de todos e, sobretudo, daqueles cuja tutela vos foi confiada. Mas, por isso mesmo, deveis fazê-lo com moderação, para um fim útil, e não, como as mais das vezes, pelo prazer de denegrir. Neste último caso, a repreensão é uma maldade; no primeiro, é um dever que a caridade manda seja cumprido com todo o cuidado possível. Ao demais, a censura que alguém faça a outrem deve ao mesmo tempo dirigi-la a si próprio, procurando saber se não a terá merecido. - S. Luís. (Paris, 1860.)
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Somos seres espirituais!
Lembre-se que você é um Espírito imortal vivendo breve experiência num corpo físico. Lembre-se que seu corpo é feito de matéria e, como tal, sofre o desgaste natural como tudo o que é matéria. Mas esse desgaste não atinge o Espírito. Assim, quando você perceber que a sua pele está enrugando, lembre-se de que esse é um fenômeno que não alcança o Espírito.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Pecado por pensamentos. – Adultério (Evangelho do Lar)
Aprendestes que foi dito aos antigos: “Não cometereis adultério. Eu, porém, vos digo que aquele que houver olhado uma mulher, com mau desejo para com ela, já em seu coração cometeu adultério com ela.” (S. Mateus, cap. V, vv.27 e 28.)
A palavra adultério não deve absolutamente ser entendida aqui no sentido
exclusivo da acepção que lhe é própria, porém, num sentido mais geral. Muitas vezes Jesus a empregou por extensão, para designar o mal, o pecado, todo e qualquer pensamento mau, como, por exemplo, nesta passagem: "Porquanto se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, dentre esta raça adúltera e pecadora, o Filho do Homem também se envergonhará dele, quando vier acompanhado dos santos anjos, na glória de seu Pai.” (S. MARCOS, cap. VIII, v. 38.)
A palavra adultério não deve absolutamente ser entendida aqui no sentido
exclusivo da acepção que lhe é própria, porém, num sentido mais geral. Muitas vezes Jesus a empregou por extensão, para designar o mal, o pecado, todo e qualquer pensamento mau, como, por exemplo, nesta passagem: "Porquanto se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, dentre esta raça adúltera e pecadora, o Filho do Homem também se envergonhará dele, quando vier acompanhado dos santos anjos, na glória de seu Pai.” (S. MARCOS, cap. VIII, v. 38.)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Preces por aquele mesmo que ora. (Evangelho do Lar)
Aos anjos guardiães e aos Espíritos protetores!
Todos temos, ligado a nós, desde o nosso nascimento, um Espírito bom, que nos tomou sob a sua proteção. Desempenha, junto de nós, a missão de um pai para com seu filho: a de nos conduzir pelo caminho do bem e do progresso, através das provações da vida. Sente-se feliz, quando correspondemos à sua solicitude; sofre, quando nos vê sucumbir.
Todos temos, ligado a nós, desde o nosso nascimento, um Espírito bom, que nos tomou sob a sua proteção. Desempenha, junto de nós, a missão de um pai para com seu filho: a de nos conduzir pelo caminho do bem e do progresso, através das provações da vida. Sente-se feliz, quando correspondemos à sua solicitude; sofre, quando nos vê sucumbir.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam.

Que juízo farão de mim, costumais dizer, se eu recusar a reparação que se me
exige, ou se não a reclamar de quem me ofendeu? Os loucos, como vós, os homens atrasados vos censurarão; mas, os que se acham esclarecidos pelo facho do progresso intelectual e moral dirão que procedeis de acordo com a verdadeira sabedoria. Refleti um pouco. Por motivo de uma palavra dita às vezes impensadamente, ou inofensiva, vinda de um dos vossos irmãos, o vosso orgulho se sente ferido, respondeis de modo acre e daí uma provocação.
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